O passado que me atormenta
Eu não sei como fazer, eu não sei como explicar e não sei me posicionar nessas circunstâncias. É difícil pra mim lidar com o passado e o jeito que ele volta ao meu encontro. Eu tento me distanciar porém não consigo.
Acho que as pessoas se aproveitam de mim por eu ser extremamente carinhoso e quando se sentem carentes vem ao meu encontro. Porém quando eu gosto, eu não consigo ser frio ou indiferente a alguém.
O é meu amor, mas ja vi que não da pra sustentar um amor em que só um ama. Eu sei que não posso mais aguentar isso, porém, continuo insistindo nisso. É como se fosse um eterna briga entre a minha mente e o meu sentimentalismo burro.
O problema é que eu gosto de muita gente e isso me deixa maluco. Me envolvi com alguns meninos e esses envolvimentos deram grandes rolos e me fizeram gostar deles. Me preocupo, sinto carinho e tenho certeza que ficaria com qualquer um deles. Só que eles não são pra mim. Agora vai, diga isso pro meu coração. Ele não ouve.
Hoje aconteceu algo clichê e repetido. K, veio falar comigo que sente falta de mim e sente saudades e que eu tinha esquecido ele e coisa e tal. EU ODEIO CHANTAGEM EMOCIONAL. Mas eu sou bobo e sensível demais. E ja fiquei todo preocupado com ele.
Mas eu quero me sair deles, não aguento tanta enrolação. Não aguento mais esse vai e volta e essa indecisão. Quero dar certo com L. e acho que ele também quer que a gente der certo. Só que eu vacilei com ele ontem e estou me sentindo uma merda. Só faço estragar as minhas tentativas de relacionamento. Só espero que tudo acabe bem.
“Não quero um amor rasgado, remendado, pela metade. Demorei tanto tempo pra encontrar essa paz, acho que mereço uma coisa inteira, intensa, indestrutível. —
Caio Augusto Leite
“Eu queria apenas cuidar de você. Queria te mostrar que tinha alguém nesse mundo disposto a fazer qualquer coisa por você, queria te mostrar que você tinha várias qualidades, e que os seus defeitos eram apenas detalhes. —
Tudo pra ficar com você.

shirtlessboys:
Benedikt Angerer by Dennis Weber
Meu coração contra minha mente. Uma história de brigas e amor.
Acho que nunca revelei meu nome aqui, então acho que ja está na hora de revelar depois de alguns anos.
Bom, meu nome é Matheus e eu tenho 17 anos. Eu meio que estou numa confusão emocional e não sei bem o que fazer. Eu gosto de O. (só vou revelar as inicias dos nomes), gosto não AMO, porém ele é mega enrolado. Ele gosta de mim, me quer bem, porém é mega enrolado e não sei mais esperar ele. A
Mas aí chegou L na minha vida e ele é tão fofo e carinhoso e não sei o que fazer em relação a ele. Faz meu tipo tanto na beleza quanto na personalidade, porém somos de mundos diferentes. Ele é de classe alta, riquinho, estuda em colégio particular e tem tudo o que quer.
Eu estudei desde o fundamental em colégio público e atualmente to ralando muito pra conseguir algumas pequenas coisas que quero. E tipo, ta sendo difícil PRA MIM associar isso.
E não é ele, sou eu. Eu não vou conseguir adaptar isso. Ele tem um cotidiano diferente do meu. Ele não é esnobe, porém os programas dele são caros e eu não vou poder acompanha - lo.
Ainda não temos nada, mas eu não quero me machucar e nem machucar ele. Só quero que o meu coração esteja bem e o dele também.
“E alguém te encontra. E te reencontra. Te reinventa. Te reencanta. Te recomeça. —
Gabito Nunes. (via e-ter-ni-zar)
“Mais com licença, de nada, me desculpa, obrigada, por favor. Mais livros. E mais leitores. Mais cheirinho de casa limpa e roupa nova. Mais feriado. Mais dias de sol e vento no rosto. Mais outono e primavera. Mais namoro. Mais mãos dadas. Mais abraços acolhedores. —
Clarissa Corrêa (via desnorte-ada)
“Abre a tua janela,
O Céu lá fora te espera!
Verás um Azul em aquarela
e o Sol quente que dilacera.
Abre essa janela
E contempla como a vida é bela,
Com a tinta que pincelas,
Grande obra se revela!
A janela tratas de abrir
E assim verás o florir
No jardim em aroma seduzir
E assim de tuas mágoas fugir.
—
Victor.
“Sinto saudades de quem me deixou e de quem eu deixei! De quem disse que viria e nem apareceu; de quem apareceu correndo, sem me conhecer direito, de quem nunca vou ter a oportunidade de conhecer. —
Clarice Lispector.